Corpos e Mentes Dilacerados: O grotesco nas imagens da seca de 1877

Alexandre Barbalho

Resumo


Este artigo analisa um elemento discursivo específico que participou do processo de “invenção” do Nordeste, em especial de sua representação como espaço da seca e da miséria dela decorrente. Trata-se do conjunto de fotografias sobre a seca de 1877 e de sua utilização na imprensa carioca daquele período. A questão que se coloca é a da especificidade dessas imagens diante das normas discursivas hegemônicas na segunda metade do século XIX: a do naturalismo e a do realismo.

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