Coronelismo “sem” enxada e “sem” voto: aspectos políticos e sociais do coronelismo no planalto catarinense.

Paulo Pinheiro Machado

Resumo


Este artigo procura estudar as especificidades do Coronelismo, entendido não apenas como um “sistema político”, mas como um processo de dominação de classe, meio eficaz para a hegemonia do Coronel sobre suas clientelas sociais e políticas. O Coronelismo não construiu-se como um modelo único, fixo e uniforme, possui suas histórias que, na origem, pouco dependiam da força eleitoral do Coronel. Procuramos ainda avaliar suas formas de existência e relações predominantes na fronteira agro-pastoril do planalto catarinense no início do século XX.


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